O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta quinta-feira (8) que as alíquotas do Imposto Seletivo, conhecido como 'imposto do pecado', só começarão a ser discutidas após as eleições. Segundo Durigan, o governo já concluiu o acordo com os setores afetados e enviará os termos ao Congresso Nacional.

A ideia é que o imposto seja cobrado sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros. Além disso, o imposto também incidirá sobre alguns veículos e a extração de bens minerais.

A equipe econômica espera arrecadar R$ 41,9 bilhões com o imposto seletivo em 2027. No entanto, a estratégia é manter a carga tributária durante um período de transição, cujo prazo não foi especificado. Em um segundo momento, a intenção é aumentar a taxação para reduzir o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.