Urnas eletrônicas 2024 do Paraná Giuliano Gomes/PR Press Para milhões de brasileiros, o primeiro turno das eleições também será dia de expediente. Profissionais da saúde, da segurança, da hotelaria e de outros serviços essenciais precisarão conciliar a jornada de trabalho com a ida às urnas. É nesse momento que surgem dúvidas recorrentes como: a empresa é obrigada a liberar o funcionário para votar?

O tempo utilizado pode ser descontado do salário? É preciso compensar essas horas depois? 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem?

Mande para o g1 A legislação brasileira garante ao trabalhador o direito de se ausentar pelo tempo necessário para votar, sem sofrer qualquer prejuízo. ⚠️ O empregador não pode criar obstáculos ao deslocamento nem adotar medidas que dificultem o exercício desse direito. Isso inclui descontos no salário ou a exigência de compensar as horas utilizadas para comparecer à seção eleitoral.

Agora no g1 Para ajudar quem estará de expediente durante a votação, o g1 reuniu as principais dúvidas sobre a legislação eleitoral e os direitos dos trabalhadores no dia da eleição. Abaixo, entenda: Quem trabalha no dia da eleição pode sair para votar? O patrão é obrigado a liberar o funcionário?

As horas usadas para votar podem ser descontadas? E quem vota em outra cidade? E se a empresa dificultar a ida às urnas?

E conversar sobre política no trabalho? É proibido? Quando a situação passa a ser assédio eleitoral?

Como denunciar irregularidades?