O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que a corporação não monitorou o ministro André Mendonça e defendeu os relatórios de inteligência da polícia.
Detalhes da defesa
Andrei Rodrigues argumentou que os documentos questionados pela decisão do STF não são decorrentes de ações de vigilância ou coleta clandestina de dados. Ele afirmou que o envio dos documentos ao ministro Alexandre do Moraes foi cumprimento de ordem judicial e que os relatórios cumpriam com o papel definido nas normas.
A decisão do STF impedia Andrei Rodrigues de se manifestar até esta sexta-feira (11), caso quisesse, no âmbito das duas decisões que questionam sua permanência no cargo. O prazo terminou por volta das 18h, após a publicação da decisão na quarta-feira (9).
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