A produtora de Justin Baldoni, a Wayfarer Studios, foi condenada a pagar mais de US$ 170 mil ao 'New York Times' após a perda de um processo por difamação. A ação, movida em 2024, questionava uma reportagem do jornal sobre alegações de assédio e outros abusos feitas pela atriz Blake Lively durante as gravações do filme 'É assim que acaba' (2024), que Baldoni dirigiu e estrelou.
Processo e condenação
Um juiz decidiu contra Baldoni em 2025, após o 'New York Times' solicitar uma indenização de US$ 150 mil para cobrir os custos de defesa legal. A reportagem em questão abordava as acusações de Lively, que alegou ter sofrido assédio sexual e comentários inapropriados sobre sua aparência e peso durante as filmagens. A condenação representa um desfecho significativo para a disputa legal entre Baldoni e o jornal.
Acordo entre Lively e Baldoni
Em maio de 2024, Blake Lively e Justin Baldoni chegaram a um acordo em um processo movido pela atriz, o que evitou um julgamento civil. Nesse acordo, ambos os atores deveriam depor sobre as acusações de má conduta sexual feitas por Lively contra Baldoni, encerrando uma disputa judicial que se arrastou por mais de um ano.
No início de abril de 2025, um juiz rejeitou 10 das 13 acusações apresentadas por Lively, que incluíam difamação, assédio e conspiração. As três acusações remanescentes — quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação — estavam programadas para ir a julgamento em maio.
As alegações de Lively incluíam que Baldoni teria contratado um grupo de profissionais para prejudicar sua reputação e desacreditar suas denúncias. Por outro lado, Baldoni, que interpretou um marido abusivo no filme, argumentou que as acusações de Lively eram exageradas e visavam aumentar sua influência sobre a produção.
Apesar das controvérsias nos bastidores, 'É assim que acaba' se destacou nas bilheteiras, arrecadando cerca de US$ 350 milhões em todo o mundo, o que demonstra a resiliência do projeto diante das dificuldades enfrentadas.
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